Com o advento da entrada no mercado de transporte coletivo de novos operadores, organizados em cooperativas ou associações, o Poder Público vêm experimentando novos desafios na regulamentação e na definição de políticas tarifárias que contemplem todos os agentes inseridos.
Esta regulamentação cria laços de interdependência entre o Poder Público, os novos agentes e os antigos operadores, e deve responder pelo justo equilíbrio econômico-financeiro dos dois setores.
Para garantir esta meta é necessário que se utilizem ferramentas que apresentem transparência e credibilidade no processo de arrecadação das tarifas e no pagamento da remuneração aos operadores, bem como, o levantamento de informações confiáveis para a tomada de decisões gerenciais relativas à revisão de tarifas e remuneração.
|